Pontos de Interesse


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Pontos de Interesse

Forte da Graça

Elvas

Num dos pontos mais altos da região, o local foi utilizado pelo exército castelhano que aproveitou a localização para apontar baterias contra a cidade, durante o cerco que precedeu a batalha das Linhas de Elvas. Destaque

Castelo de Barbacena

Elvas

Alvo constante de assédio por parte dos castelhanos, em 1658, o Castelo de Barbacena foi mesmo forçado a render-se ao Duque de Ossuna. O mesmo viria a liderar as tropas inimigas na Batalha de Castelo Rodrigo.

Forte de Santa Luzia

Elvas

O Marquês de Torrecusa, o general castelhano que liderou a Batalha do Montijo, tentou assaltar o forte em 1644, sendo obrigado a retirar. O cerco a Elvas, por D. Luís de Haro, obteve uma resistência heroica que conduziu à Batalha das Linhas de Elvas.

Quarteis da Corujeira

Elvas

Existem quartéis espalhados por toda a cidade de Elvas, construídos pela necessidade de albergar militares nas várias defesas do reino de Portugal.

Fortaleza de Sagres

O Infante D. Henrique reconstruiu a vila de Sagres, a partir de 1443, e aqui erigiu o seu forte com o intuito de criar uma escola de navegadores de onde partiriam os mais capazes exploradores que dessem continuidade à expansão do império português além-mar. No entanto, com a mudança de todos os procedimentos para Lisboa, a região acabou por perder alguma força.

Forte de São Julião da Barra

Lisboa

A maior fortificação marítima em Portugal, foi construída em 1553 para controlar a circulação de embarcações no rio Tejo e o acesso de naus ao porto de Lisboa.

Forte Real de São Filipe

Erguido em 1590, a 120 metros acima do nível do mar, foi a primeira fortificação de Cabo Verde, essencial no combate aos piratas e corsários. Na mesma “Cidade Velha”, foi também construída, em 1495, e seguindo o estilo arquitetónico manuelino, a mais antiga igreja colonial do mundo, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Forte de Quíloa

Faz atualmente parte das ruínas de Kilwa Kisiwani e de Songo Mnara, mas em tempos foi um dos mais apetrechados e dispendiosos fortes portugueses além-mar. Por essa razão, teve uma existência tão curta como os poucos meses que demorou a ser construído, a partir de 1505.

Forte de São Tomé

Um dos poucos exemplos de fortificações portuguesas manuelinas no Índico que sobreviveram até hoje. Construído em 1518, serviu para proteger e consolidar as recém-conseguidas rotas de comércio que passavam pela cidade de Tangasséri.

Fortaleza de Cranganor

Com muralhas de 18 pés de espessura, a fortaleza foi erguida em 1507 pelos portugueses e encontra-se atualmente em ruínas.

Forte Nª Sra. Conceição de Ormuz

Foi a ferro e fogo que Afonso de Albuquerque conseguiu tomar a cidade de Ormuz e o Forte de Nossa Senhora da Conceição, mas, uma vez conquistado aquele reino, em 1515, todas as outras cidades e portos da região passaram também a ser tributários de Portugal.

Forte de Al-Jalali

Juntamente com o Forte de Al-Mirani, constituem os “fortes gémeos” que defenderam o porto e a cidade comercial de Mascate de ataques navais externos. Foram ambos construídos em 1552 a partir das ruínas de uma antiga fortificação islâmica, com diversas escadarias para confundir o invasor.

Forte de Bandra

Armado com sete peças de artilharia para proteger as rotas marítimas em direção ao porto de Bombaim, era uma de muitas fortificações erguidas pelos portugueses no litoral da Índia ocidental. Foi construído em 1640.

Forte de Cacheu

Foi criado em 1588 pelos portugueses para proteger a primeira feitoria fundada na região de Cacheu, na Guiné-Bissau. Tinha 16 peças de artilharia.

Forte de Nª Sra. Piedade de Solor

Foi construído em data incerta como resposta a uma primeira tentativa falhada dos portugueses de construir um simples abrigo de madeira para se protegerem dos atacantes nativos islâmicos, hostis à presença portuguesa.

Fortaleza da Ilha de Goréia

Erguida em 1536, chegou a ser, durante vários séculos e por influência dos portugueses, um dos maiores centros de comércio de escravos africanos

Forte Jesus de Mombaça

Um dos exemplos mais significativos da arquitetura militar portuguesa na costa africana, erigido em 1596 para fazer face aos ataques dos turcos otomanos e para proteger aquela feitoria

Forte de Massangano

Foi erguido em 1583 e tido como um importante ponto estratégico de colonização militar e de garantia da integridade das redes comerciais portuguesas, que incluíam o tráfico de escravos para o continente americano

Mazagão

Um sítio onde as influências arquitetónicas marroquinas e europeias se juntam para criar algo verdadeiramente único, evidenciado pelas muralhas e baluartes construídos a partir de 1541 e que são, ainda hoje, pontos de atração na cidade de El Jadida.

Forte Nª Sra. Anunciada de Amboíno

Depois de várias tentativas de construção de estruturas em madeira para assegurar a influência portuguesa na ilha de Amboíno – todas falhadas devido aos constantes ataques islâmicos –, foi finalmente construído, em 1576, o Forte de Nossa Senhora da Anunciada.

Fortaleza de Jafanapatão

Foi construído em 1558, depois da conquista de Jaffna pelos portugueses, como resposta aos apelos dos cristãos recentemente convertidos por São Francisco Xavier, que eram frequentemente alvos de saques por parte de comerciantes muçulmanos.

Forte de Bahrain

Foi ampliado em 1561 no topo de uma elevação com 12 metros de altura, aproveitando uma antiga fortificação árabe já existente e que serviu como capital para uma das mais importantes civilizações da região.

Fortaleza dos Reis Magos de Goa

Depois de escolher Goa para sediar a capital do Vice-Reino da Índia, pelas suas boas caraterísticas defensivas, Afonso de Albuquerque mandou construir a primeira fortificação naquela zona, aproveitando um posto militar muçulmano já existente. A Fortaleza dos Reis Magos viria a ser construída mais tarde, entre 1551 e 1554, durante o governo de D. Afonso de Noronha.

Praça-Forte de Safim

A sua estrutura base não foi construída por portugueses, mas foi sob a influência daquele reino que a praça se transformou, ao longo da primeira metade do séc. XVI, numa verdadeira fortaleza muralhada, com vários elementos da arquitetura portuguesa ainda hoje facilmente identificáveis.

Forte de Santo António de Axim

Foi construído em 1515 por mãos portuguesas, de forma a garantir a feitoria do reino no atual Gana, tendo sido consideravelmente ampliado pelos holandeses mais tarde.

Fortim de São Jerónimo

Uma pequena estrutura defensiva de planta quadrangular, o Fortim de São Jerónimo foi construído em 1566 à beira-mar, a pouco mais de um quilómetro do Forte de São Sebastião, na ilha de São Tomé.

Fortaleza de São Miguel de Luanda

A primeira estrutura defensiva construída pelos portugueses em Angola, em 1575, com uma forma bastante irregular. Alberga, hoje em dia, o Museu das Forças Armadas do país.

Forte de São Sebastião

Foi construída a partir de 1554 pelas forças portuguesas para dar apoio às naus que transitavam na chamada Carreira da Índia. A cidade onde foi edificada, a Ilha de Moçambique, foi capital da África oriental portuguesa durante mais de três séculos.

Forte de São Tiago

Construído a partir de 1555, num estilo marcadamente manuelino, garantia proteção à feitoria daquela zona da Costa do Ouro Portuguesa.

Fortaleza de Diu

Uma das mais importantes e bem fortificadas estruturas militares erguidas no Estado Português da Índia, o seu estatuto estava à altura da importância que a cidade de Diu tinha para as rotas comerciais portuguesas no oriente. Foi construída entre 1535 e 1536.

Fortaleza do Morro de Chaul

A conquista da Fortaleza do Morro de Chaul por parte dos portugueses, em 1594, opôs 1500 soldados e 1500 nativos contra as tropas do sultanato, que tentaram usar como estratégia de defesa a colocação de dois animais mortos nas portas dianteira e traseira do forte: um elefante e um cavalo, respetivamente.