Pontos de Interesse


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Pontos de Interesse

Convento de Cristo

Tomar

Fundado por Dom Gualdim Pais, o Convento de Cristo era a sede da Ordem Templária em Portugal. Em conjunto com o Castelo, representam o culminar da Ordem sob a direção do Grão-Mestre Gualdim Pais. Destaque

Castelo de Almourol

Vila Nova da Barquinha

Responsáveis pelo povoamento entre o Mondego e o Tejo, além da defesa da Capital Coimbra, o Castelo de Almourol foi conquistado por Dom Afonso Henriques e doado à Orde do Templo para que Gualdim Pais se encarregasse da defesa da região. Destaque

Castelo de Elvas

Elvas

Quando os castelhanos cercaram esta praça-forte, a peste causava 300 mortes por dia, e o povo passava fome enquanto esperava o socorro que levou à Batalha das Linhas de Elvas. Destaque

Forte da Graça

Elvas

Num dos pontos mais altos da região, o local foi utilizado pelo exército castelhano que aproveitou a localização para apontar baterias contra a cidade, durante o cerco que precedeu a batalha das Linhas de Elvas. Destaque

Quinta do General

Borba

Nasceu Dinis de Melo e Castro na sua quinta de Borba, aos oito de Março de 1624, filho terceiro de Jerónimo de Melo e Castro e Dona Maria Josefa Corte-Real. Destaque

Castelo de Vila Viçosa

Vila Viçosa

Depois de uma defesa heroica contra o assalto do Marquês de Caracena, os castelhanos retiraram para perto de Borba, encontrando-se contra todo o exército português na Batalha de Montes Claros. Destaque

Castelo de Campo Maior

Portalegre

Um dos exemplos das modernizações defensivas da Guerra da Restauração, foi projetada por Nicolau de Langres, o engenheiro-mor das fortificações do Alentejo. Destaque

Capela de São Jorge

Leiria

Mandada erigir por D. Nuno Álvares Pereira em 1393, no mesmo local estratégico onde estaria o seu estandarte durante a Batalha de Aljubarrota, e como agradecimento pela vitória portuguesa, a Capela de São Jorge situa-se no Campo Militar de São Jorge. Destaque

Castelo de Leiria

Leiria

D. João I de Portugal celebrou aqui, em 1401, o casamento do seu filho D. Afonso, tendo dado início aos trabalhos de edificação dos chamados Paços da Rainha, ou Paços Novos. Foi também junto a este Castelo que acampou o exército castelhano, em 1385, na véspera da sua marcha para a Batalha de Aljubarrota. Destaque

Padrão dos Descobrimentos

Lisboa

Um monumento relativamente recente, mas que conta uma história muito antiga. A versão atual do Padrão dos Descobrimentos, à beira do Rio Tejo, foi inaugurada em 1960 para homenagear as principais figuras que protagonizaram Os Descobrimentos portugueses, onde se incluem o exímio comandante Nicolau Coelho e, à frente, na ponta do monumento com forma de caravela, o Infante D. Henrique. No chão, a poucos metros de distância, está representada uma rosa-dos-ventos com 50 metros de diâmetro. Destaque

Museu Nacional de Arte Antiga

Lisboa

É aqui que se encontram os seis Painéis de São Vicente de Fora, supostamente pintados a óleo pelo artista português Nuno Gonçalves e que ilustram algumas das principais figuras da época d’Os Descobrimentos, a sociedade portuguesa da época e outras personalidades ainda por aferir. Destaque

Torre de Belém

Lisboa

Erguida em 1519, em Lisboa, durante o reinado de D. Manuel I – e pertencendo, portanto, ao estilo manuelino –, é um dos principais símbolos nacionais de Portugal e da prosperidade do país durante a época d’Os Descobrimentos. Inicialmente era completamente cercada por água, até que a praia foi ao seu encalço. Destaque

Muralha e Castelo de Arzila

De entre o património português que ainda é possível identificar hoje em dia na cidade de Arzila, destacam-se os bastiões e as torres construídos a partir de 1508 na antiga praça-forte, principalmente a “Couraça” de auxílio a embarques e desembarques e a imponente Torre de Menagem. Destaque

Direção-Geral de Faróis

É o principal organismo de gestão dos faróis e da ajuda à navegação em Portugal. É responsável por 50 faróis, 338 farolins, 148 boias, 26 balizas, 35 sinais sonoros, 56 enfiamentos e 4 estações DGPS (Differential Global Positioning System), distribuídos pelo continente e pelos arquipélagos dos Açores e da Madeira.   Foi criada em 1924 em Paço de Arcos, Oeiras, e tem instalações multifacetadas, desde oficinas e centrais técnicas de formação de faroleiros até a espaços museológicos e de eventos culturais. Destaque

Farol do Bugio

É no Forte de São Lourenço do Bugio, em Oeiras, que se situa este farol com torre circular branca em cantaria com 14 metros de altura e lanterna e varandim vermelhos, com uma luminosidade de cerca de 28 quilómetros. A sua construção em plenas águas do Tejo, num banco de areia formado pelo assoreamento da foz do rio, garante-lhe caraterísticas únicas em Portugal e no mundo. Depois de quase um século de planeamento e obras, foi finalmente inaugurado em 1657. Destaque

Farol do Cabo de São Vicente

Com uma torre cilíndrica de 28 metros feita em cantaria, e com edifício anexo, o Farol do Cabo de São Vicente, em Sagres, tem um potente alcance luminoso de 59 quilómetros. Entrou em funcionamento em 1846. Destaque

Museu Militar de Lisboa

Lisboa

O maior museu do Exército em Portugal, inaugurado em 1926, o Museu Militar de Lisboa tem um acervo transversal que engloba uma grande exposição de armas, uniformes e documentos militares históricos. Destaca-se o pátio flanqueado por canhões, que conta a história de Portugal em painéis de azulejos desde a Reconquista Cristã até à 1ª Guerra Mundial.   Horário: Terça-feira a domingo, das 10h00 às 17h00 Destaque

Museu Militar do Buçaco

Em 1910, 100 anos depois da Batalha do Buçaco, o museu foi fundado para dar a conhecer a bravura do exército anglo-luso durante a Guerra Peninsular, contra as tropas napoleónicas. Dispõe de coleções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na batalha e de painéis que contam a história do conflito.   Horário: Terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00. Destaque

Museu Militar do Porto

O Museu Militar do Porto, inaugurado em 1980, dá a conhecer todos os acontecimentos político-militares relevantes que tiveram lugar na cidade desde as invasões francesas até 1927. Destaque para a sala dos figurinos em miniatura – que mostra a evolução do soldado desde a pré-história até à atualidade –, para o parque com peças de artilharia e para o pavilhão de armas, com várias peças de equipamento militar.   Horário: Terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00; sábado e domingo, das 14h00 às 17h00. Destaque

Castelo de Abrantes

Abrantes

D. João I de Portugal celebrou aqui, em 1401, o casamento do seu filho D. Afonso, tendo dado início aos trabalhos de edificação dos chamados Paços da Rainha, ou Paços Novos. Foi também junto a este Castelo que acampou o exército castelhano, em 1385, na véspera da sua marcha para a Batalha de Aljubarrota.

Torre de Dornes

Ferreira do Zêzere

Mandada edificar pelo Mestre Gualdim, a Torre de Dornes veio reforçar a defesa do Médio Tejo, além de vigiar a povoação de Dornes e Ferreira do Zêzere nas suas actividades diárias.

Castelo de Ourém

Ourém

Conquistada aos Mouros no ano de 1136, Ourém foi inteiramente doada pelo Rei Dom Afonso Henriques, não aos Templários, mas a sua filha, futura Infanta do Reino, D.Teresa. No entanto, a fundação do Castelo pertence aos Cavaleiros Templários.

Antiga Vila de Ourém

Ourém

Conquistada aos Mouros no ano de 1136, Ourém foi inteiramente doada pelo Rei Dom AfonsoHenriques, não aos Templários, mas a sua filha, futura Infanta do Reino, D.Teresa. No entanto, a fundação do Castelo pertence aos Cavaleiros Templários e foi a partir da defesa deste que a vila de Ourém começou a crescer.

Mata Nacional dos Sete Montes

Tomar

Em busca do local perfeito paraa construção do Castelo de Tomar, o Mestre Gualdim Pais e os seus cavaleiros procuravam na antiga mata selvagem pelas antigas ruínas romanas de Nabância.

Igreja S.João Batista

Tomar

Local de reunião e adoração dos Cavaleiros Templários, fundada pela ordem no século XII. Na época da sua fundação a Igreja era protegida por três santos representados perto da porta.

Igreja Sta Maria dos Olivais

Tomar

Aqui enterraram o corpo do Mestre Gualdim Pais, assim como todos os Mestres da Ordem Templária em Portugal – A Igreja de Santa Maria dos Olivais era o Panteão dos Mestres e local de adoração dos Cavaleiros Templários.

Castelo de Tomar

Tomar

Fundado por Dom Gualdim Pais, o Castelo de Tomar era a sede da Ordem Templária em Portugal e dentro das suas muralhas viveram as primeiras gentes da cidade. Em conjunto com o Convento, representam o culminar da Ordem sob a direção do Grão-Mestre Gualdim Pais.

Castelo de Torres Novas

Torres Novas

A localidade de Torres Novas andou ao sabor dos avanços e recuos das linhas do Médio Tejo e as origens do Castelo são desconhecidas. O certo é que a região foi conquistada, de vez, por Dom Afonso Henriques e Gualdim Pais, no seguimento das conquistas de Santarém e Lisboa.

Muralhas e Praça Elvas

Elvas

O povo e os cavaleiros que se defendiam por detrás destas muralhas durante o cerco castelhano sofriam diariamente. A fome, a peste e a espera causavam centenas demortes por dia, enquanto o exército português se organizava para socorrer a praça de Elvas.

Conselho de Guerra

Elvas

O local onde se tomaram decisões sobre quando e onde atacar as praças castelhanas. Aqui foram decididas as manobras estratégicas de todo o exército português.

Sé de Elvas

Elvas

Na Sé de Elvas rezou-se pelo bom retorno dos soldados portugueses, e pelos mortos dos milhares de soldados que ao longo de 28 anos de guerra perderam a vida em nome da independência portuguesa.

Ponte de Olivença

Elvas

Uma importante ponte estratégica que ligava a praça-forte de Elvas à praça de Olivença. Destruída pelas tropas castelhanas pela sua importância de ligação entre os dois reinos.

Castelo de Barbacena

Elvas

Alvo constante de assédio por parte dos castelhanos, em 1658, o Castelo de Barbacena foi mesmo forçado a render-se ao Duque de Ossuna. O mesmo viria a liderar as tropas inimigas na Batalha de Castelo Rodrigo.

Castelo de Vila Boim

Elvas

Um dos castelos que não conseguiu aguentar um conflito de quase trinta anos. Tinha mais de um século quando foi definitivamente destruído pela guerra.

Forte de Santa Luzia

Elvas

O Marquês de Torrecusa, o general castelhano que liderou a Batalha do Montijo, tentou assaltar o forte em 1644, sendo obrigado a retirar. O cerco a Elvas, por D. Luís de Haro, obteve uma resistência heroica que conduziu à Batalha das Linhas de Elvas.

Hospital Militar – S. João de Deus

Elvas

Sempre pequeno para a quantidade de feridos que recebia no contexto da Guerra da Restauração, contava com apenas 10 religiosos no ano da grande batalha de Elvas. Este hospital foi o primeiro da sua ordem em Portugal.

Quarteis da Corujeira

Elvas

Existem quartéis espalhados por toda a cidade de Elvas, construídos pela necessidade de albergar militares nas várias defesas do reino de Portugal.

Castelo de Estremoz

Estremoz

O local onde se reuniram as tropas portuguesas para saírem em socorro da praça-forte de Elvas, cercada por D. Luís de Haro. Foi o princípio da batalha das Linhas de Elvas.

Muralhas de Estremoz

Estremoz

Parte integrante da defesa de Estremoz, existe na Porta Frandina, um arco com a imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, padroeira de Portugal.

Ermida de Alcaraviça

Estremoz

Antes da marcha em direção a Elvas, e ao socorro das suas praças e gentes, parou o exército numa pequena Ermida, perto das Vendas de Alcaraviça, chamada Ermida de Nossa Senhora da Orada.

Castelo de Veiros

Estremoz

D. João de Áustria, num ataque de retaliação contra a povoação de Veiros, que continuamente resistia às investidas espanholas, destruiu a Torre de Menagem, utilizada na altura como Paiol de Pólvora, causando enormes destroços e vítimas.

Conj. Monumental de Alcáçova  

Estremoz

Por ordem da Rainha Regente Portuguesa, D. Luísa de Gusmão, foi construído um oratório em 1659, em ação de graças pela vitória portuguesa na Batalha das Linhas de Elvas.

Castelo de Borba

Borba

A 9 de Junho chegaram a Borba as tropas comandadas pelo Marquês de Caracena que a encontrou despovoada. Aproveitou os mantimentos deixados para trás e atacou a praça de Vila Viçosa. A resposta do exército português levou à Batalha de Montes Claros, perto de Borba.

Igreja de Vila Viçosa

Vila Viçosa

Proclamada por D. João IV, a 25 de Março de 1646, Padroeira de Portugal. Aos seus pés, o rei colocou a coroa portuguesa. E quantas vezes reconheceu o nosso herói, a proteção da Rainha dos Anjos, mãe da Monarquia de Portugal?

Castelo de Ouguela

Portalegre

600 cavaleiros e vários infantes espanhóis falharam a conquista da praça, deixando nos campos os mortos e as escadas nos muros. Dentro da praça, a defesa portuguesa, composta por 45 homens e mulheres, celebraram mais um exemplo de valor português.

Castelo Velho do Caratão

A povoação doada por Dom Afonso Henriques aos Templários exigia mais um Castelo de Observação e defesa da Linha do Tejo, porém tal nunca chegou a acontecer

Igreja de Sao Vicente

Fundada por Dom Afonso Henriques, depois da conquista de Abrantes aos Mouros, em 1149, a Igreja viria a ser reduzida em ruínas numa das invasões Mouras de que a localidade foi alvo.

Campo Militar de São Jorge

Leiria

Foi aqui que Nuno Álvares Pereira conduziu, em 1385, as tropas de D. João I de Portugal à vitória contra o ataque de D. João I de Castela. Neste campo, situado a 2km a sul do Mosteiro da Batalha, soldados a pé foram capazes de derrotar equipas inteiras de cavalaria fazendo uso do seu conhecimento do terreno. Hoje, a Fundação e o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, aqui situados, têm como missão celebrar e dar a conhecer aquele momento decisivo para a história de Portugal.

Mosteiro da Batalha

Batalha

Em frente ao Mosteiro existe uma estátua de D. Nuno Álvares Pereira montado a cavalo e pronto para combater. O Mosteiro foi erigido por D. João I de Portugal como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Demorou dois séculos e sete reinados a ser construído, desde 1386 a 1517. A estátua foi inaugurada em 1967.

Castelo de Porto de Mós

Leiria

O Castelo de Porto de Mós e as suas populações circundantes eram apoiantes da causa do Mestre de Avis, tendo o castelo servido inclusive como sítio de acampamento e de planeamento antes da Batalha de Aljubarrota, em 1385.

Porto de Lagos

Lagos

Onde tudo começou. Foi daqui, vindas de Lisboa, que partiram as naus que levaram o exército português e os seus aliados até Ceuta em 1415, com o objetivo de conquistar a cidade. Estabelecida a primeira possessão portuguesa em África, a partir daí foi possível planear todo o percurso de expansão marítima que viria a decorrer.

Fortaleza de Sagres

O Infante D. Henrique reconstruiu a vila de Sagres, a partir de 1443, e aqui erigiu o seu forte com o intuito de criar uma escola de navegadores de onde partiriam os mais capazes exploradores que dessem continuidade à expansão do império português além-mar. No entanto, com a mudança de todos os procedimentos para Lisboa, a região acabou por perder alguma força.

Ermida do Restelo

Lisboa

Estava já em avançado estado de degradação quando Vasco da Gama e a sua frota lá passaram a noite em oração antes de partir para o oriente, em 1497. 

Mosteiro dos Jerónimos

Lisboa

Um dos maiores exemplos da arquitetura manuelina, levou uma centena de anos, desde 1501, a ser construído. Está diretamente relacionado com a época d’Os Descobrimentos e é, ainda hoje, um dos principais símbolos da nação portuguesa.

Forte de São Julião da Barra

Lisboa

A maior fortificação marítima em Portugal, foi construída em 1553 para controlar a circulação de embarcações no rio Tejo e o acesso de naus ao porto de Lisboa.

Igreja da Graça

Santarém

Igreja de Santarém onde está sepultado Pedro Álvares Cabral, que, a par com Nicolau Coelho e outros navegadores portugueses experientes, chegou ao Brasil em 1500. De construção iniciada em 1380, é um dos mais notáveis exemplares da arte gótica em Portugal.

Casa dos Bicos

Lisboa

Foi mandada erigir em 1523 em Lisboa por Brás de Albuquerque, filho do grande estratega militar e segundo governador da Índia Portuguesa Afonso de Albuquerque. Apresenta traços fortes do estilo manuelino.

Museu do Oriente

Lisboa

O oriente é o tema principal deste museu que se situa, desde 2008, no edifício Pedro Álvares Cabral, em Lisboa. Gerido pela Fundação Oriente, tem coleções históricas, religiosas e artísticas relacionadas com a presença portuguesa na Ásia nos séculos XVI e XVII.

Castelo de Sines

Setúbal

Erigida em 1970, depois de várias décadas de reivindicação por parte dos sineenses, a estátua de Vasco da Gama, no Castelo de Sines, pretende ser uma homenagem ao navegador nascido na cidade e primeiro homem a realizar uma viagem marítima até à Índia.

Sé (Nossa Senhora da Assunção)

Lisboa

Instituída em 1421, sobre a antiga mesquita principal de Lisboa, foi-se degradando ao longo dos anos, apesar dos pedidos do bispo da cidade para a sua reconstrução, que a considerava antiquada e em demasiado mau-estado em comparação com o resto da cidade.

Igreja de Santa Maria de África

Segundo a lenda, a imagem que nesta igreja se venera foi encontrada no campo após a conquista portuguesa de Ceuta em 1415, tendo a própria igreja sido mandada erigir para a albergar

Forte Real de São Filipe

Erguido em 1590, a 120 metros acima do nível do mar, foi a primeira fortificação de Cabo Verde, essencial no combate aos piratas e corsários. Na mesma “Cidade Velha”, foi também construída, em 1495, e seguindo o estilo arquitetónico manuelino, a mais antiga igreja colonial do mundo, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Arco dos Vice-Reis (Índia)

 Foi mandado construir em 1597 em Goa por D. Francisco da Gama, bisneto de Vasco da Gama, para comemorar o centenário da chegada do seu bisavô à Índia.

Forte de Quíloa

Faz atualmente parte das ruínas de Kilwa Kisiwani e de Songo Mnara, mas em tempos foi um dos mais apetrechados e dispendiosos fortes portugueses além-mar. Por essa razão, teve uma existência tão curta como os poucos meses que demorou a ser construído, a partir de 1505.

Forte de São Tomé

Um dos poucos exemplos de fortificações portuguesas manuelinas no Índico que sobreviveram até hoje. Construído em 1518, serviu para proteger e consolidar as recém-conseguidas rotas de comércio que passavam pela cidade de Tangasséri.

Castelo de São Jorge da Mina

Modelada a partir do exemplo da fortificação de Arguim, a feitoria da Mina, na qual se incluía o Castelo de São Jorge, foi assente, em 1482, numa zona que permitiu a Portugal recolher grandes riquezas e consolidar as suas rotas comerciais no Golfo da Guiné.

Torre de Paliporão

Tem um formato hexagonal e é considerada localmente a mais antiga estrutura de fortificação europeia ainda existente na Índia. Foi erguida em 1503.

Fortaleza de Cranganor

Com muralhas de 18 pés de espessura, a fortaleza foi erguida em 1507 pelos portugueses e encontra-se atualmente em ruínas.

Forte Nª Sra. Conceição de Ormuz

Foi a ferro e fogo que Afonso de Albuquerque conseguiu tomar a cidade de Ormuz e o Forte de Nossa Senhora da Conceição, mas, uma vez conquistado aquele reino, em 1515, todas as outras cidades e portos da região passaram também a ser tributários de Portugal.

Forte de Al-Jalali

Juntamente com o Forte de Al-Mirani, constituem os “fortes gémeos” que defenderam o porto e a cidade comercial de Mascate de ataques navais externos. Foram ambos construídos em 1552 a partir das ruínas de uma antiga fortificação islâmica, com diversas escadarias para confundir o invasor.

Forte de Bandra

Armado com sete peças de artilharia para proteger as rotas marítimas em direção ao porto de Bombaim, era uma de muitas fortificações erguidas pelos portugueses no litoral da Índia ocidental. Foi construído em 1640.

Forte de Cacheu

Foi criado em 1588 pelos portugueses para proteger a primeira feitoria fundada na região de Cacheu, na Guiné-Bissau. Tinha 16 peças de artilharia.

Forte de Nª Sra. Piedade de Solor

Foi construído em data incerta como resposta a uma primeira tentativa falhada dos portugueses de construir um simples abrigo de madeira para se protegerem dos atacantes nativos islâmicos, hostis à presença portuguesa.

Igreja de Nossa Senhora do Oiteiro

Foi construída a partir de 1520 pela ação individual de um fidalgo português em Malaca, Duarte Coelho Pereira, como ato de gratidão por ter conseguido fugir de uma tempestade no Mar da China Meridional.

Fortaleza da Ilha de Goréia

Erguida em 1536, chegou a ser, durante vários séculos e por influência dos portugueses, um dos maiores centros de comércio de escravos africanos

Forte Jesus de Mombaça

Um dos exemplos mais significativos da arquitetura militar portuguesa na costa africana, erigido em 1596 para fazer face aos ataques dos turcos otomanos e para proteger aquela feitoria

Forte de Massangano

Foi erguido em 1583 e tido como um importante ponto estratégico de colonização militar e de garantia da integridade das redes comerciais portuguesas, que incluíam o tráfico de escravos para o continente americano

Mazagão

Um sítio onde as influências arquitetónicas marroquinas e europeias se juntam para criar algo verdadeiramente único, evidenciado pelas muralhas e baluartes construídos a partir de 1541 e que são, ainda hoje, pontos de atração na cidade de El Jadida.

Forte Nª Sra. Anunciada de Amboíno

Depois de várias tentativas de construção de estruturas em madeira para assegurar a influência portuguesa na ilha de Amboíno – todas falhadas devido aos constantes ataques islâmicos –, foi finalmente construído, em 1576, o Forte de Nossa Senhora da Anunciada.

Fortaleza de Jafanapatão

Foi construído em 1558, depois da conquista de Jaffna pelos portugueses, como resposta aos apelos dos cristãos recentemente convertidos por São Francisco Xavier, que eram frequentemente alvos de saques por parte de comerciantes muçulmanos.

Forte de Bahrain

Foi ampliado em 1561 no topo de uma elevação com 12 metros de altura, aproveitando uma antiga fortificação árabe já existente e que serviu como capital para uma das mais importantes civilizações da região.

Fortaleza dos Reis Magos de Goa

Depois de escolher Goa para sediar a capital do Vice-Reino da Índia, pelas suas boas caraterísticas defensivas, Afonso de Albuquerque mandou construir a primeira fortificação naquela zona, aproveitando um posto militar muçulmano já existente. A Fortaleza dos Reis Magos viria a ser construída mais tarde, entre 1551 e 1554, durante o governo de D. Afonso de Noronha.

Praça-Forte de Safim

A sua estrutura base não foi construída por portugueses, mas foi sob a influência daquele reino que a praça se transformou, ao longo da primeira metade do séc. XVI, numa verdadeira fortaleza muralhada, com vários elementos da arquitetura portuguesa ainda hoje facilmente identificáveis.

Forte de Santo António de Axim

Foi construído em 1515 por mãos portuguesas, de forma a garantir a feitoria do reino no atual Gana, tendo sido consideravelmente ampliado pelos holandeses mais tarde.

Fortim de São Jerónimo

Uma pequena estrutura defensiva de planta quadrangular, o Fortim de São Jerónimo foi construído em 1566 à beira-mar, a pouco mais de um quilómetro do Forte de São Sebastião, na ilha de São Tomé.

Fortaleza de São Miguel de Luanda

A primeira estrutura defensiva construída pelos portugueses em Angola, em 1575, com uma forma bastante irregular. Alberga, hoje em dia, o Museu das Forças Armadas do país.

Forte de São Sebastião

Foi construída a partir de 1554 pelas forças portuguesas para dar apoio às naus que transitavam na chamada Carreira da Índia. A cidade onde foi edificada, a Ilha de Moçambique, foi capital da África oriental portuguesa durante mais de três séculos.

Forte de São Tiago

Construído a partir de 1555, num estilo marcadamente manuelino, garantia proteção à feitoria daquela zona da Costa do Ouro Portuguesa.

Fortaleza de Diu

Uma das mais importantes e bem fortificadas estruturas militares erguidas no Estado Português da Índia, o seu estatuto estava à altura da importância que a cidade de Diu tinha para as rotas comerciais portuguesas no oriente. Foi construída entre 1535 e 1536.

Igrejas e Conventos de Goa

Goa, antiga capital das índias portuguesas, está repleta de estruturas religiosas com cunho do reino de Portugal e do estilo artístico dominante na época, do qual a Basílica do Bom Jesus, construída a partir de 1594, é o melhor exemplo. Foi a partir daqui que se procedeu à evangelização da Ásia.

Fortaleza do Morro de Chaul

A conquista da Fortaleza do Morro de Chaul por parte dos portugueses, em 1594, opôs 1500 soldados e 1500 nativos contra as tropas do sultanato, que tentaram usar como estratégia de defesa a colocação de dois animais mortos nas portas dianteira e traseira do forte: um elefante e um cavalo, respetivamente.

Farol de Montedor

É na freguesia do Carreço, em Viana do Castelo, que se situa o farol mais a norte de Portugal. Situa-se a cerca de 4 milhas náuticas a norte da foz do rio Lima e a 7 milhas a sul da foz do rio Minho, e tem um alcance luminoso de cerca de 41 quilómetros. Entrou em funcionamento em 1910 e possui uma torre quadrangular em cantaria de granito com 28 metros de altura e lanterna e varandim vermelhos, ladeada por um edifício anexo em forma de ‘U’.

Farol de Leça

Situado em Leça da Palmeira, Matosinhos, o Farol de Leça, ou da Boa Nova, é o segundo maior farol do país – com 46 metros de altura – e possui uma torre cónica branca em cimento armado com faixas estreitas pretas e vários edifícios anexos com um pequeno museu. A lanterna e o varandim são pintados de vermelho, e o seu sinal luminoso alcança cerca de 52 quilómetros.   Foi construído em 1926 entre as barras dos rios Ave e Douro, perto do Porto de Leixões.

Farol de Aveiro

O maior farol de Portugal e o segundo maior da Península Ibérica, o Farol de Aveiro (ou da Barra) fica localizado na Praia da Barra, na Gafanha da Nazaré. Com um alcance luminoso de cerca de 43 quilómetros, é constituído por uma torre tronco-cónica com faixas brancas e vermelhas e vários edifícios anexos. Foi construído em finais do século XIX.

Farol do Cabo Espichel

É no próprio Cabo Espichel, em Sesimbra, que se encontra este farol de 32 metros de altura que inovou ao longo dos anos em termos de iluminação, desde a sua inauguração em 1430 e da construção da sua torre atual em 1790. Tem um alcance luminoso de 48 quilómetros.

Farol do Forte do Cavalo

Todo pintado de vermelho e disposto sobre a muralha, o farol situa-se no Forte de São Teodósio da Ponta do Cavalo, em Sesimbra. Tem uma torre cilíndrica de sete metros de altura erigida em 1895, bem como os alojamentos dos faroleiros que lá trabalhavam. A sua luz branca tem um alcance de cerca de 26 quilómetros.

Farol do Cabo de Sines

Composto por uma torre cilíndrica branca com 22 metros de altura e dois edifícios anexos, o Farol do Cabo de Sines, no Alentejo, tem um alcance luminoso de 48 quilómetros. Foi inaugurado em 1880.

Farol do Cabo Sardão

Proposto em 1883, e de difícil acesso, só entrou em funcionamento em 1915. O farol localizado na Ponta do Cavaleiro do Cabo Sardão, em São Teotónio, Beja, possui uma torre quadrangular branca de 17 metros feita em alvenaria. Tem um edifício anexo e uma lanterna cilíndrica vermelha com luminosidade que alcança os 43 quilómetros.

Farol de Vila Real de Santo António

De construção tardia por ser difícil o consenso em relação às reais condições do terreno arenoso onde foi instalado, o Farol de Vila Real de Santo António, no Algarve, só entrou em funcionamento em 1923. A sua torre circular, acompanhada por anexos, tem 46 metros de altura e uma luminosidade que alcança os 48 quilómetros.

Farol de Alfanzina

A torre quadrangular branca de 23 metros de altura e em alvenaria do Farol de Alfanzina, na Praia do Carvoeiro, na Lagoa, é encimada por uma lanterna cilíndrica vermelha. O farol, planeado e construído em 1913, tem um edifício anexo e uma capacidade de iluminação de até 54 quilómetros.

Farol da Ponta do Altar

No promontório da Ponta do Altar, em Lagos, encontra-se um farol com uma torre quadrangular branca de 10 metros embutida num anexo, com cunhais em granito aparente e lanterna vermelha. Construído em 1893, o farol tem uma iluminação que atinge os 30 quilómetros.

Farol da Ponta da Piedade

De torre quadrangular amarela – com cinco metros de altura e alvenaria – e lanterna vermelha, o Farol da Ponta da Piedade, em Lagos, foi inaugurado em 1913. Tem edifício anexo e um alcance luminoso de 37 quilómetros.

Farol do Cabo Mondego

É em Buarcos, na Figueira da Foz, que se situa o Farol do Cabo Mondego. Com uma torre quadrangular branca, de alvenaria, com 15 metros de altura e um varandim e uma cúpula vermelhos, tem um edifício anexo e um alcance luminoso de 52 quilómetros. Foi inaugurado em 1858.

Farol do Penedo da Saudade

A torre quadrangular de cantaria do Farol do Penedo da Saudade, construído em 1912, em Leiria, tem 32 metros de altura e farolim vermelho, e faz-se acompanhar por um edifício anexo revestido a azulejos castanho-avermelhados. Tem um alcance luminoso de cerca de 56 quilómetros.

Farol do Cabo Carvoeiro

Ex-libris do Cabo do Carvoeiro, em Peniche, o seu farol tem uma torre quadrangular de alvenaria branca, com lanterna e varandim vermelhos, de 27 metros de altura. É um dos mais antigos faróis da costa portuguesa, construído em 1790 e com um alcance luminoso atual de 28 quilómetros.

Farol da Berlenga

Em Peniche, o Farol da Berlenga (ou Farol do Duque de Bragança) tem uma torre quadrangular de 29 metros de altura feita em alvenaria branca, com edifícios anexos. A lanterna e o varandim vermelhos sustentam um potencial luminoso de 50 quilómetros. Foi concluído em 1841 e conta atualmente com peças museológicas na Direção-Geral de Faróis.

Farol do Cabo da Roca

O farol mais ocidental do continente europeu, situado na freguesia de Colares, em Sintra, o Farol do Cabo da Roca consiste numa torre quadrangular de alvenaria e com 22 metros de altura, forrada a azulejos brancos, com edifícios anexos e lanterna e varandim vermelhos. Foi construído em 1772 e tem uma luminosidade de cerca de 48 quilómetros.

Farol do Cabo de Santa Maria

O Farol do Cabo de Santa Maria, na Ilha da Culatra, em Faro, tem uma torre branca tronco-cónica de 46 metros de altura com esqueleto exterior em betão armado e farolim e varandim vermelhos. Foi inaugurado em 1851 e tem um alcance luminoso de 46 quilómetros.

Farol da Ponta da Ferraria

 Localizado na ilha de São Miguel, Açores, o Farol da Ponta da Ferraria tem uma torre prismática branca com 18 metros de altura e um edifício anexo. Foi criado em 1901 e tem um alcance luminoso de 50 milhas.

Farol da Ponta do Arnel

A nordeste da ilha de São Miguel, nos Açores, o Farol da Ponta do Arnel tem uma torre prismática branca com 15 metros de altura e cúpula envidraçada vermelha, com edifício anexo. Entrou em funcionamento em 1876 e tem um alcance luminoso atual de cerca de 46 quilómetros.

Farol de Gonçalo Velho

O Farol de Gonçalo Velho situa-se na ponta do Castelo, na freguesia do Santo Espírito, ilha de Santa Maria, nos Açores. Foi inaugurado em 1927 com uma torre quadrangular de 14 metros de altura em alvenaria de pedra. A lanterna, vermelha, alcança uma luminosidade de 54 quilómetros.

Farol da Ponta das Contendas

O Farol da Ponta das Contendas situa-se na ilha Terceira, nos Açores, e consiste numa torre prismática branca com cerca de 13 metros de altura, encimada por uma cúpula vermelha. Inaugurado em 1934, com edifício anexo, tem um alcance luminoso de cerca de 43 quilómetros.

Farol da Ponta da Barca

A noroeste na ilha Graciosa ergue-se a torre cilíndrica do Farol da Ponta da Barca, com 23 metros de altura e cor branca com listas cinzentas. Foi inaugurado em 1930, com edifício anexo, e tem uma luminosidade atual que alcança os 37 quilómetros.

Farol da Ponta da Ilha

Com uma torre prismática branca de 19 metros de altura, encimada por uma lanterna circular vermelha, o Farol da Ponta da Ilha, nas Lajes do Pico, nos Açores, tem um edifício anexo em forma de ‘U’. Foi inaugurado em 1851.

Farol da Ponta do Albernaz

O Farol da Ponta do Albernaz, em Santa Cruz das Flores, é o farol mais ocidental do arquipélago dos Açores e da própria Europa. Tem uma torre cilíndrica em alvenaria, pintada a branco, com 15 metros de altura, lanterna vermelha e edifícios anexos. Construído em 1925, tem um alcance luminoso de 41 quilómetros.

Farol da Ponta do Pargo

O Farol da Ponta do Pargo foi construído na Madeira em 1922 e tem uma torre com 14 metros de altura. Situa-se na região mais ocidental do arquipélago.

Museu Militar de Bragança

O Museu Militar de Bragança, que ocupa todos os pisos da Torre de Menagem do castelo, com um total de 165 salas expositivas, surgiu em 1929 pela vontade de preservar a memória das vivências militares da cidade. Muitas das suas peças foram doadas pelos próprios habitantes e contam uma história da evolução do armamento ligeiro entre os séculos XII e XX.

Museu Militar de Elvas

Criado em 2008, é um dos maiores museus do país, cujo acervo começa desde logo com a história das próprias infraestruturas. No seu interior, tem salas dedicadas à história do serviço de saúde do Exército e vários arreios militares (de infantaria, cavalaria, artilharia, etc.). No exterior, encontram-se expostas várias peças de artilharia pesada.   Horário: Terça-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 (de novembro a março); das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 19h00 (de abril a outubro).

Museu Militar dos Açores

Foi pensado depois da 1ª Guerra Mundial com o intuito de preservar o património histórico-militar do Exército português existente nos Açores, em escassez até então. Criado em 2006 no Forte de S. Brás, tem um acervo ainda em construção, mas já consegue retratar de forma cronológica, e que apela aos mais jovens, a história militar açoriana.   Horário: Terça-feira a domingo, das 10h00 às 17h30h.

Museu Militar da Madeira

Em exposição neste museu estão a história do armamento militar na Madeira desde o século XVIII e a evolução da construção da fortaleza de São Lourenço, onde se situa desde 1995. Possui uma coleção de antigas peças de artilharia em bronze e outra de armamento ligeiro, com iconografia sobre a história do Exército português no arquipélago.   Horário: Terça a sexta-feira, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00.

Museu do Ar

Situado desde 1968 no “berço da Aeronáutica Militar em Portugal”, a Base Aérea de Sintra, o Museu do Ar pretende expor o património histórico da Força Aérea nacional. É atualmente tido como um dos 20 melhores museus de aviação do mundo por parte da crítica internacional, graças ao seu acervo de mais de 10.000 peças.   Horário: Terça-feira a domingo, das 10h00 às 17h00.

M. Marítimo Al. Ramalho Ortigão

A atividade marítima e a pesca algarvias são os temas dominantes neste espaço criado em 1962. O Museu Marítimo “Almirante Ramalho Ortigão” conta com três salas distintas onde estão expostos navios, instrumentos e utensílios de pesca, entre outros artefactos ligados ao mar. Integra também uma biblioteca versada em várias áreas da ciência.   Horário: Segunda a sexta-feira, das 14h30 às 16h30.

Navio-Museu de Santo André

 Antigo navio de pesca do bacalhau português, construído nos Países Baixos, fez a sua última viagem em 1997 e é hoje um polo do Museu Marítimo de Ílhavo, em Aveiro.

Navio-Hospital Gil Eannes

Antigo navio-hospital português, que terminou o serviço em 1973, prestava auxílio às embarcações portuguesas de pesca do bacalhau nas águas da Terra Nova, e na Gronelândia, que exigiam vários meses de estada. Hoje, é navio-museu no porto de pesca de Viana do Castelo.

Fragata D. Fernando II e Glória

O último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa é hoje um espaço museológico situado na doca de Cacilhas. Foi construído na Índia Portuguesa e teve um período de serviço de 33 anos, terminado em 1878.

Submarino-Museu Barracuda

Em missão civil desde 2013, depois de quatro décadas de serviço e 52.000 horas de navegação, o último dos quatro navios da classe Albacora a sair do ativo é hoje espaço museológico na doca de Cacilhas.